Tânia Alexandre Martinelli

Meus Deus! Não podia existir maior expressão da alma que a poesia, claro que não, porque todo esse encantamento, esse embevecimento — e sei lá que nome mais eu poderia arranjar — vinha lá do fundo, tão de dentro que chegava a doer. Doía, sim. E quanto mais eu sentia essa dor, mais tinha vontade de que ela doesse de novo, mais tinha vontade de escrever.

Manuel Bandeira

“Não faço poesia quando quero e sim quando ela, poesia, quer.”

 

Não é meu, é de Vinicius

Atualmente a ausência – se fazer ausente – é um tanto quanto famigerada, mas, acredito, nunca (ou quase nunca) é injustificada. Sei que deixei de ir a muitos encontros, outras vezes estava a caminho, mas passei do ponto. Talvez me lembre de todas as ocasiões que me ausentei, porque tenho uma tristeza para cada vez. Mas, cara amiga, embora não seja minha, te tenho uma mensagem.

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