Tânia Alexandre Martinelli

Meus Deus! Não podia existir maior expressão da alma que a poesia, claro que não, porque todo esse encantamento, esse embevecimento — e sei lá que nome mais eu poderia arranjar — vinha lá do fundo, tão de dentro que chegava a doer. Doía, sim. E quanto mais eu sentia essa dor, mais tinha vontade de que ela doesse de novo, mais tinha vontade de escrever.

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